A prefeitura regional Sé e outras regionais e secretarias, bem como o MP estão promovendo reuniões para organizar o Carnaval a partir do decreto 2017.

Todos os setores da sociedade civil estão preocupados com esse evento e estão se organizando e encaminhando sugestões e propostas bem como participando de reuniões com os representantes das prefeituras regionais.

A Sé realizou no último dia 25 de outubro a primeira reunião com os representantes de associações de moradores, Consegs e outras entidades representativas para apontar os problemas de 2017 para serem corrigidos e coletar sugestões.

Raphaela Galletti, Líder do Movimento dos Moradores da Avenida Paulista e entornos e Representante eleita do Conselho Gestor dos Parques da Paulista “Trianon e Mário Covas”) frisou que 2017 foi uma “mistura geral”: misturou o estresse por conta do som alto da Avenida Paulista fechada aos domingos e feriados, com o encontro de foliões vindos de bairros como Vila Madalena, Bela Vista e Baixo Augusta, agravados com os foliões do Bloco da Daniela Mercury. Esse nó gerou uma poluição sonora generalizada, não respeitando horários, entorno e principalmente os hospitais da região.

Para 2018 sugeriu os seguintes pontos que ficaram de ser analizados pelo prefeito regional Eduardo Odloak:

• Que os blocos de pequeno porte fossem premiados, pois fazem um carnaval agradável;

• Que os trajetos sejam divulgados antecipadamente;

• Que a prefeitura faça uma campanha de conscientização nas principais mídias impressas e televisivas, maior do que gasta com o carnaval, abrangendo: respeito aos moradores dos entornos, descarte de lixo, uso de banheiros químicos, local adequado para sexo, entre outros;

• Preservar os Parques. Foliões acabam depredando os parques públicos como também os edifícios;

• Evitar encontros e cruzamentos nos traçados dos blocos, ou ainda que estes não terminem próximos de onde se inicia outro, evitar a continuidade dos foliões;

• Não fechar a Avenida Paulista na época de Carnaval. A avenida precisa ser usada como rota de fuga hospitalar, principalmente pelo hospital e Maternidade Pró-Matre (já que criança não tem hora para nascer).

Veja no link abaixo as palavras do prefeito regional da Sé, Eduardo Odloak, em seu Twitter, sobre a importância dessas reuniões:

Clique no link abaixo e leia também a ata do MP sobre a reunião realizada com representantes da sociedade civil no último dia 07 de novembro sobre o mesmo assunto:

Marco Antonio Jordão Magalhães

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Foto: Fernanda Magalhães 

Marco Antonio Jordão Magalhães, 

paulistano, empreendedor e empresário, possui MBA pela Michigan University na Michigan Ross School of Business. Sua carreira de mais de 30 anos é divida em duas fases, como colaborador premiado na área de marketing em multinacionais automobilísticas e como empreendedor conduzindo ideias, inspirando clientes e dirigindo uma equipe global de web e marketing. Mora em São Paulo e ama a Avenida Paulista, onde aplica parte dos serviços de integração digital, social e design que fazem a diferença para seus clientes em New York, San Francisco, Toronto, Londres, Buenos Aires e São Paulo.